No radioamadorismo, assim como em qualquer outro meio de comunicação via rádio, não existe um proprietário. Apesar de existir operadores que se julgam no direito de posse de determinada frequência em função de ser uma escolha pessoal ou mesmo sendo o QAP de um grupo. Essa atitude além de ser muito deselegante, não é uma atitude correta.
Somente quando em tráfego de emergência, quem possui prioridade de uso é quem está conduzindo o atendimento à emergência que esteja em ocorrência naquele momento. Por ética, não devemos nos apossar de uma frequência como se donos fôssemos, pois esse não é o princípio do radioamadorismo que tem por finalidade o uso dessa frequência para a comunicação de toda uma comunidade de operadores.